Quando penso na África ou leio algum artigo sobre esse continente, penso imediatamente em exclusão. O mundo excluiu a África. As grandes potências riscaram os países africanos das suas agendas de negociação. A África é mais ou menos aquele parente pobre ou amigo pobre, que os ricos dão palmadinhas em suas costas, mas não tem coragem de ajudá-lo a sair da situação difícil. No caso da África é muito pior, porque em muitos casos foram os próprios parentes que criaram a situação e hoje afastam o rosto na hora da privacidade. Alguns até ajudam, fazem uma propaganda tremenda e dizem: “pelo menos eu fiz”. Fez nada, sempre tem algo por traz...
A crise atual na Costa do Marfim ( questões políticas e éticas) reacende questões como a partilha da África, exploração colonial, descaso atual das autoridades internacionais. A população desse país é estimada em 16,7 milhões de habitantes (dos quais mais de 26% de estrangeiros) vive uma onda de incertezas e medo. A capital da Costa do Marfim foi palco de violentos confrontos entre simpatizantes de Alassane Ouattara - reconhecido internacionalmente como o vencedor do pleito presidencial de novembro passado --e tropas fieis ao líder do governo marfinense, Laurent Gbagbo, neste sábado (02/04/2011). Foi o terceiro dia de combates entre os grupos rivais, que disputam o controle do palácio presidencial. Certamente as autoridades estão mais preocupadas com o aumento no preço do cacau do que com as mais de setecentas mortes contadas desde o inicio dos conflitos.
Vale à pena voltar os olhos para o velho mundo. Que mundo desigual, que grande hipocrisia,todos sabem que esses conflitos são na verdade interesses dos ricos. A pobreza dos pobres é a riqueza dos ricos que ficam ricos vendendo armas e munições em guerras por eles mesmos produzidas.
Professorandresiqueirablogspot.com
A crise atual na Costa do Marfim ( questões políticas e éticas) reacende questões como a partilha da África, exploração colonial, descaso atual das autoridades internacionais. A população desse país é estimada em 16,7 milhões de habitantes (dos quais mais de 26% de estrangeiros) vive uma onda de incertezas e medo. A capital da Costa do Marfim foi palco de violentos confrontos entre simpatizantes de Alassane Ouattara - reconhecido internacionalmente como o vencedor do pleito presidencial de novembro passado --e tropas fieis ao líder do governo marfinense, Laurent Gbagbo, neste sábado (02/04/2011). Foi o terceiro dia de combates entre os grupos rivais, que disputam o controle do palácio presidencial. Certamente as autoridades estão mais preocupadas com o aumento no preço do cacau do que com as mais de setecentas mortes contadas desde o inicio dos conflitos.
Vale à pena voltar os olhos para o velho mundo. Que mundo desigual, que grande hipocrisia,todos sabem que esses conflitos são na verdade interesses dos ricos. A pobreza dos pobres é a riqueza dos ricos que ficam ricos vendendo armas e munições em guerras por eles mesmos produzidas.
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